Portuguese

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ഇന്ദുലേഖ

O. Chandu Menon · 1889 · Português

BETAKerala's first major Malayalam novel, here in 28 languages. AI-assisted translation from the proofed Malayalam source; human-reviewed for some languages, beta for others. Found an error? editor@insightpublica.com

Capítulo Primeiro

Prelúdio

Chathara Menon: Por que falaste palavras tão temerárias, Madhava? Fi! Não foi nada correcto. Que ele faça segundo a sua vontade. Não nos devemos submeter aos karanavars (os chefes masculinos seniores da casa conjunta)? As tuas palavras foram longe demais.

Madhavan: De modo algum me excedi. Que ninguém mostre tal obstinação. Se não é da sua vontade, que não o faça. Levo Shinnan comigo. Eu o educarei.

Kummini Amma: Não, meu menino, ele não consegue viver separado de mim. Leva antes Chathara ou Gopalan para os educares. De qualquer modo, o karanavar aborreceu-se contigo. Embora já estivesse aborrecido connosco, até agora tinha-te em grande estima.

Madhavan: Ora essa! Seria por certo uma bizarria levar agora o irmão mais velho Chathara e Gopalan para lhes ensinar English.

Enquanto assim conversavam, um criado aproximou-se e disse que o seu ammavan (tio materno) Sankara Menon chamava por Madhavan. Madhavan dirigiu-se imediatamente ao quarto do seu tio.

Antes que esta história se propague, torna-se necessário descrever aqui brevemente a condição de Madhavan. A sua idade, os detalhes do seu sambandham (aliança conjugal) com Panchu Menon e os exames que logrou passar já foram mencionados no prefácio. O que resta dizer sobre ele, direi em poucas palavras.

Madhavan é um jovem de notável inteligência e extraordinária beleza. A excelência da sua capacidade intelectual fora clara e cabalmente revelada pela reputação que, de forma louvável e progressiva, alcançou na escola, desde o início dos seus estudos de English até à sua aprovação no exame de B.L. Nem uma única vez Madhavan falhou em passar um exame à primeira tentativa. Nos exames de F.A. e B.A., obteve aprovação com distinção em ambos. Para o exame de B.A., a sua língua estrangeira fora o sânscrito, no qual Madhavan alcançou uma mestria de primeira ordem. Por ter sido o primeiro da sua turma no B.L., Madhavan recebera numerosos prémios. Todos os mestres que o haviam instruído na escola estavam convictos de que, entre os seus discípulos, jamais houvera um que superasse Madhavan em talento e mérito.

Qualquer um que o visse e conhecesse pensaria que o corpo de Madhavan fora criado para ser uma morada condigna para esta sua inteligência excepcional. Ao descrever as virtudes e os defeitos de um homem, é geralmente desnecessário alongar-se na descrição da sua beleza física. Bastaria falar da sua inteligência, talento, erudição, virilidade e virtudes como a modéstia. Contudo, temo que os meus leitores possam porventura julgar que não dizer aqui duas palavras sobre a formosura de Madhavan seria inadequado para o contexto desta história; por isso, descrevê-lo-ei sucintamente.

A sua pele era da cor do ouro. Graças aos exercícios que praticava diariamente para o bem do seu corpo, a compleição de Madhavan nesta sua juventude era deveras encantadora. Os seus braços, peito e pernas, que não apresentavam o menor excesso de peso nem pareciam de modo algum delgados, poderiam, à vista, ser confundidos com membros moldados em ouro. Era de estatura elevada. Se alguém quisesse medir a altura de Madhavan, poderia fazê-lo sem dificuldade com o seu kuduma, um tufo de cabelo de grande beleza cujo comprimento chegava precisamente à altura dos seus joelhos. O brilho e a nobre virilidade do seu rosto, a beleza particular de cada um dos seus traços e a harmonia entre eles, a magnificência que resultava da combinação do seu semblante e da sua compleição física — tudo isto só pode ser descrito como prodigioso. Todos os europeus que o conheciam ficavam cativados por Madhavan à primeira vista e tornavam-se seus amigos.

Não sei se por considerar que a sua bela aparência e reputação, tão admiradas por todos no início da sua juventude, eram um grande ornamento que jamais deveria ser maculado, ou se por uma virtude inata da sua inteligência, mas posso afirmar com toda a certeza que Madhavan não se envolvera em nenhuma das práticas viciosas que, por infortúnio, por vezes se observam em jovens comuns desde os dezoito anos até à idade em que se casam e se tornam chefes de família. Por conseguinte, a sua beleza natural, o seu vigor e a sua virilidade eram algo digno de se ver quando Madhavan atingiu a plenitude da sua juventude.

Escusado será dizer que a proficiência de Madhavan em English era extraordinária. Era também extremamente hábil em passatempos e exercícios à maneira inglesa, como o Lawn Tennis e o Cricket. Desde tenra idade que se dedicava à caça, um gosto que talvez tenha herdado de seu pai, Govindappanikkar, que era um grande entusiasta da caça. A paixão de Madhavan pela caça era imensa; costumava levar consigo para onde quer que fosse duas ou três espingardas de qualidade, duas ou três pistolas e um revólver. Até que os seus prazeres e divertimentos tomaram um rumo diferente, era na caça que Madhavan encontrava a sua maior distracção.

Ao ser chamado pelo criado, Madhavan foi ter com o seu tio e postou-se diante dele.

Sankara Menon: Madhava, que história é esta! Que palavras desrespeitosas disseste ao karanavar na sua velhice! É este o fruto da educação em English que ele te proporcionou? Quanto dinheiro não despendeu ele contigo!

Madhavan: É uma infelicidade para nós que o tio também pense assim! Quando se trata de dizer a verdade, não me acobardarei por receio de quem quer que seja. Não suporto este tipo de maldade. Jamais pedi que se gastasse uma única moeda do dinheiro que o tio-avô ganhou com o suor do seu rosto. Apenas pedi que o dinheiro que os nossos antepassados acumularam, e que ele guarda para o nosso progresso e bem-estar, fosse despendido para as nossas necessidades legítimas. Kummini Amma e os seus filhos não são criados desta casa. Por que razão o tio-avô os rejeita com tanta crueldade? Não educou os seus dois filhos em English, nem Kalyani Kutty recebeu a instrução que devia. Que coisa terrível ele está a fazer! Como pode mostrar tal maldade? E agora, parece que tenciona criar o pequeno Shinnan como se fosse um bezerro. A isso não hei-de consentir. Levá-lo-ei comigo para o educar.

Sankara Menon: Castigo! Castigo! Que maravilha! Com que meios o vais educar? Não recebes apenas cinquenta rupias por mês? Com que o educarás? Se provocares o descontentamento do teu tio, muitas dificuldades poderão surgir. Vai imediatamente e lança-te a seus pés.

Ao ouvir as palavras "Se provocares o descontentamento do teu tio, muitas dificuldades poderão surgir", o primeiro pensamento de Madhavan foi para Indulekha. No instante em que este pensamento lhe ocorreu, uma visível alteração de semblante manifestou-se no seu rosto. Contudo, dominou-a de imediato. Andando de um lado para o outro no quarto, respondeu com um leve sorriso.

Madhavan: De que modo o estou a contrariar? Por que se haveria de aborrecer por eu dizer palavras justas? Não temo o seu injusto descontentamento.

Sankara Menon: Fi! Não fales com tal irreverência.

Madhavan: Que irreverência? Nem sequer conheço o significado dessa palavra.

Sankara Menon: Essa ignorância é que é o problema. Appu! Só porque aprendeste um pouco de English e te tornaste um homem instruído, não abandones os nossos costumes e tradições. Kutten, já almoçaste?

Madhavan: Não. Sinto-me muito indisposto. A mãe veio pelo caminho com canja de leite.

Nesse momento, Parvathi Amma entrou, trazendo numa mão uma tigela de prata com canja de leite.

Sankara Menon: Parvathi! Ouviste o que o rapaz disse?

Parvathi Amma: Ouvi! Não foi nada bem.

Madhavan: Dá-me a canja de leite.

Depois de beber dois goles da canja de leite, ainda das mãos dela, olhou para o rosto de sua mãe e disse, sorrindo:

Madhavan: Então, a mãe também se voltou contra mim?

Parvathi Amma: Pois então! Que dúvida há nisso? O que não agrada ao meu irmão mais velho e ao meu tio, também a mim não agrada. Agora, bebe esta canja. Depois conversaremos. Já é meio-dia. Por que deixas sempre o teu kuduma assim solto? Anda cá, que eu ato-o. Já está meio desfeito.

Madhavan: Mãe, é ou não necessário que Shinnan seja educado em English? Dizei-me vós.

Parvathi Amma: Isso não é algo que o teu tio-avô deva decidir, meu menino? Que sei eu? Não foi ele que te educou? Ele mesmo o educará também.

Madhavan: E se o tio-avô não o educar?

Parvathi Amma: Então que não seja educado.

Madhavan: A isso não hei-de consentir.

Parvathi Amma: Dá-me cá a tigela; vou-me embora. Vem depressa para comer.

മലയാളം
Português
ഒന്നാം അദ്ധ്യായം പ്രാരംഭം
Capítulo Primeiro Prelúdio
ചാത്തരമേനവൻ / Chathara Menon
എന്താണു മാധവാ ഇങ്ങനെ സാഹസമായി വാക്കുപറഞ്ഞത്? ഛീ ഒട്ടും നന്നായില്ല. അദ്ദേഹത്തിൻ്റെ മനസ്സുപോലെ ചെയ്യട്ടെ. കാരണവന്മാർക്കു നോം കീഴടങ്ങണ്ടേ? നിന്റെ വാക്കു കൂറേ കവിഞ്ഞുപോയി.
Por que falaste palavras tão temerárias, Madhava? Fi! Não foi nada correcto. Que ele faça segundo a sua vontade. Não nos devemos submeter aos karanavars (os chefes masculinos seniores da casa conjunta)? As tuas palavras foram longe demais.
മാധവൻ / Madhavan
അശേഷം കവിഞ്ഞിട്ടില്ലാ. സിദ്ധാന്തം ആരും കാണിക്കരുത്. അദ്ദേഹത്തിന് മനസ്സില്ലെങ്കിൽ ചെയ്യേണ്ട. ശിന്നനെ ഞാൻ ഒന്നിച്ചു കൊണ്ടു പോവുന്നു. അവനെ ഞാൻ പഠിപ്പിക്കും.
De modo algum me excedi. Que ninguém mostre tal obstinação. Se não é da sua vontade, que não o faça. Levo Shinnan comigo. Eu o educarei.
കുമ്മിണി അമ്മ / Kummini Amma
വേണ്ടാ കുട്ടാ, അവൻ എന്നെ പിരിഞ്ഞു പാർക്കാൻ ആയില്ലാ, നീചാത്തരെയോ, ഗോപാലനെയോ കൊണ്ടുപോയി പഠിപ്പിച്ചൊ. ഏതായാലും നിന്നോടു കാരണവർക്കു മുഷിഞ്ഞു. ഞങ്ങളോടു മുമ്പുതന്നെ മുഷിഞ്ഞിട്ടാണെങ്കിലും നിന്നെ ഇതുവരെ അദ്ദേഹത്തിനു വളരെ താല്പര്യമായിരുന്നു.
Não, meu menino, ele não consegue viver separado de mim. Leva antes Chathara ou Gopalan para os educares. De qualquer modo, o karanavar aborreceu-se contigo. Embora já estivesse aborrecido connosco, até agora tinha-te em grande estima.
മാധവൻ / Madhavan
ശരി, ചാത്തരജേഷ്ടനെയും ഗോപാലനെയും എനി ഇംക്ലീഷ് പഠിപ്പിക്കാൻ കൊണ്ടുപോയാൽ വിചിത്രം തന്നെ. ഇങ്ങനെ ഇവർ സംസാരിച്ചുകൊണ്ടു നില്ക്കുന്ന മദ്ധ്യേ ഒരു ഭൃത്യൻ വന്നു മാധവനെ അമ്മാമൻ ശങ്കരമേനവൻ വിളിക്കുന്നു എന്നു പറഞ്ഞു. ഉടനെ മാധവൻ അമ്മാമൻ്റെ മുറിയിലേക്കു പോയി. ഈ കഥ എനിയും പരക്കുന്നതിനു മുമ്പ് മാധവൻ്റെ അവസ്ഥയെക്കുറിച്ചു സ്വല്പമായി ഇവിടെ പ്രസ്താവിക്കേണ്ടി വന്നിരിക്കുന്നു. മാധവന്റെ വയസ്സ്, പഞ്ചുമേനവനുമായുള്ള സംബന്ധവിവരം, പാസ്സായ പരീക്ഷകളുടെ വിവരം ഇതുകളെപ്പറ്റി പീഠികയിൽ പറഞ്ഞിട്ടുണ്ടല്ലോ. എനി ഇയ്യാളെക്കുറിച്ചു പറവാനുള്ളതു ചുരുക്കത്തിൽ പറയാം. മാധവൻ അതിബുദ്ധിമാനും അതികോമളനും ആയ ഒരു യുവാവാകുന്നു. ഇയാളുടെ ബുദ്ധിസാമർത്ഥ്യത്തിൻ്റെ വിശേഷതയെ, ഇംഗ്ലീഷ് പഠിപ്പു തുടങ്ങിയതുമുതൽ ബി എൽ പാസ്സാവുന്നതുവരെ സ്കൂളിൽ അയാൾക്കു ശ്ലാഘനീയമായി ക്രമോൽകർഷമായി വന്നു ചേർന്ന കീർത്തിതന്നെ സ്പഷ്ടമായും പൂർത്തിയായും വെളിവാക്കിയിരുന്നു. ഒരു പരീക്ഷയിലെങ്കിലും മാധവൻ ഒന്നാമതു പോ യ പ്രാവശ്യം ജയിക്കാതിരുന്നിട്ടില്ലാ. എഫ്. എ. ബി.എ ഇതുകൾ രണ്ടും ഒന്നാം ക്ലാസ്സായിട്ടു ജയിച്ചു. ബി. എ പരീക്ഷക്ക് അന്യഭാഷ സംസ്കൃതമായിരുന്നു. സംസ്കൃതത്തിൽ മാധവന് ഒന്നാന്തരം വില്പത്തി ഉണ്ടായി. ബി. എൽ. ഒന്നാം ക്ലാസ്സിൽ ഒന്നാമനായി ജയിച്ചതിനാൽ മാധവനു പലേ സമ്മാനങ്ങളും കിട്ടീട്ടു ണ്ടായിരുന്നു. സ്കൂളിൽ മാധവനെ പഠിപ്പിച്ച എല്ലാ ഗുരുനാഥന്മാർക്കും, മാധവനെക്കാൾ സാമർത്ഥ്യവും യോഗ്യതയും ഉണ്ടായിട്ട് അവരുടെ ശിഷ്യന്മാരിൽ ഒരുവനും ഒരിക്കലും ഉണ്ടായിട്ടില്ലെന്നുള്ള ബോദ്ധ്യമാണ് ഉണ്ടായിരുന്നത്. ഈ വിശേഷവിധിയായ ബുദ്ധിക്കു പാർപ്പിടമായിരിപ്പാൻ തദനുരൂപമായി സൃഷ്ടിച്ചതോ മാധവന്റെ ദേഹം എന്ന് അയാളെ കണ്ടു പരിചയമായ ഏവനും തോന്നും. ഒരു പുരുഷൻ്റെ ഗുണദോഷങ്ങളെ വിവരിക്കുന്നതിൽ അവന്റെ ശരീര സൗന്ദര്യവർണ്ണന വിശേഷവിധിയായി ചെയ്യുന്നതു സാധാരണ അനാവശ്യമാകുന്നു. ബുദ്ധി, സാമർത്ഥ്യം, പഠിപ്പ്, പൗരുഷം, വിനയാദിഗുണങ്ങൾ ഇതുകളെപ്പറ്റി പറഞ്ഞാൽ മതിയാവുന്നതാണ്. എന്നാലും മാധവൻ്റെ ദേഹകാന്തിയെപ്പറ്റി രണ്ടക്ഷരം ഇവിടെ പറയാതിരിക്കുന്നത് ഈ കഥയുടെ അവസ്ഥയ്ക്ക് മതിയായില്ലെന്ന് ഒരു സമയം എൻ്റെ വായനക്കാർ അഭിപ്രായപ്പെടുമോ എന്നു ഞാൻ ശങ്കിക്കുന്നതിനാൽ ചുരുക്കി പറയുന്നു. ദേഹം തങ്ക വർണ്ണം, ദിനംപ്രതി ശരീരത്തിൻ്റെ ഗുണത്തിനുവേണ്ടി ആചരിച്ചുവന്ന വ്യായാമങ്ങളാൽ ഈ യൗവനകാലത്ത് മാധവൻ്റെ ദേഹം അതിമോഹനമായിരുന്നു. വേണ്ടതിലധികം അശേഷം തടിക്കാതെയും അശേഷം മെലിവു തോന്നാതെയും കാണപ്പെടുന്ന മാധവൻ്റെ കൈകൾ, മാറിടം, കാലുകൾ കാഴ്ചയിൽ സ്വർണ്ണംകൊണ്ടു വാർത്തുവെച്ചതോ എന്നു തോന്നാം. ആൾദീർഘം ധാരാളം ഉണ്ട്. മാധവൻ്റെ ദേഹം അളന്നു നോക്കേണമെങ്കിൽ പ്രയാസമില്ലാതെ കാലുകളുടെ മുട്ടിനുസമം നീളമുള്ളതും അതിഭംഗിയുള്ളതും ആയ മാധവന്റെ കുടുമകൊണ്ടു മുട്ടോളം കൃത്യമായി അളക്കാം. മാധവൻ്റെ മുഖത്തിന് കാന്തിയും പൗരുഷശ്രീയും ഓരോ അവയവങ്ങൾക്കു പ്രത്യേകം പ്രത്യേകം ഉള്ള ഒരു സൗന്ദര്യവും അന്യോന്യമുള്ള യോജ്യതയും ആകപ്പാടെ മാധവൻ്റെ മുഖവും ദേഹസ്വഭാവവും കൂടി കാണുമ്പോൾ ഉള്ള ഒരു ശോഭയും അദ്ഭുതപ്പെടത്തക്കതെന്നേ പറവാനുള്ളൂ. മാധവനെ പരിചയമുള്ള സകല യൂറോപ്യന്മാരും വെറും കാഴ്ചയിൽ തന്നെ മാധവനെ അതികൗതുകം തോന്നി മാധവൻ്റെ ഇഷ്ടന്മാരായിത്തീർന്നു. ഇങ്ങനെ ഈ യൗവനാരംഭത്തിൽ തൻ്റെ ശരീരവും കീർത്തിയും അതിമനോഹരമാണെന്നു സർവ്വജനങ്ങൾക്കും അഭിപ്രായം ഉള്ളതു തനിക്കു വലിയ ഒരു ഭൂഷണമാണ് - അത് ഒരിക്കലും ഇല്ലായ്മ ചെയ്യരുതെന്നുള്ള വിചാരംകൊണ്ടോ, അതല്ല സ്വഭാവികമായ ബുദ്ധിഗുണം കൊണ്ടോ എന്നറിഞ്ഞില്ല, മാധവൻ സാധാരണ യുവാക്കളിൽ ഒരു പതിനെട്ടുവയസ്സുമുതൽ ക്രമമായി കല്യാണം ചെയ്തു ഗൃഹസ്ഥാശ്രമികളാവുന്നതിനിടയിൽ നിർഭാഗ്യവശാൽ ചിലപ്പോൾ കാണപ്പെടുന്ന ദുർവ്യാപാരങ്ങളിൽ ഒന്നും അശേഷം പ്രവേശിച്ചിട്ടില്ലെന്ന് എനിക്ക് ഉറ പ്പായി പറയാം. അതുകൊണ്ട് സ്വഭാവേനയുള്ള ദേഹകാന്തിയും മിടുക്കും പൗരുഷവും മാധവനു പൂർണ്ണ യൗവനമായപ്പോൾ കാണേണ്ടതുതന്നെയായിരുന്നു. മാധവന് ഇംക്ലീഷിൽ അതിനൈപുണ്യമായിരുന്നുവെന്ന് ഞാൻ എനി പറയേണ്ടതില്ലല്ലോ. ലൊൻ ടെനിസ്സ്, കൃക്കറ്റ് മുതലായ ഇംക്ലീഷുമാതിരി വ്യായാമവിനോദങ്ങളിലും മാധവൻ അതിനിപുണനായിരുന്നു. നായാട്ടിൽ ചെറുപ്പം മുതല്ക്കേ പരിശ്രമിച്ചിരുന്നു. പക്ഷേ, ഇതു തന്റെ അച്ഛൻ ഗോവിന്ദപ്പണിക്കരിൽ നിന്നു കിട്ടിയ ഒരു വാസനയായിരിക്കാം - അദ്ദേഹം വലിയ നായാട്ടുഭ്രാന്തനായിരുന്നു. നായാട്ടിൽ ഉള്ള ആസക്തി മാധവനു വളരെ കലശലായിരുന്നു രണ്ടുമൂന്നുവിധം വിശേഷമായ തോക്കുകൾ, രണ്ടുമൂന്നു പിസ്റ്റോൾ, റിവോൾവർ ഇതുകൾ താൻ പോവുന്നേടത്ത് എല്ലാം കൊണ്ടു നടക്കാറാണ്. തൻറെ വിനോദസുഖങ്ങൾ ഒടുവിൽ വേറെ ഒരു വഴിയിൽ തിരിഞ്ഞതുവരെ ശിക്കാറിൽ തന്നെയാണ് അധികവും മാധവൻ വിനോദിച്ചിരുന്നത്. ഭൃത്യൻ വന്നു വിളിച്ചതിനാൽ മാധവൻ തന്റെ അമ്മാമന്റെ അടുക്കെ ചെന്നു നിന്നു.
Ora essa! Seria por certo uma bizarria levar agora o irmão mais velho Chathara e Gopalan para lhes ensinar English. Enquanto assim conversavam, um criado aproximou-se e disse que o seu ammavan (tio materno) Sankara Menon chamava por Madhavan. Madhavan dirigiu-se imediatamente ao quarto do seu tio. Antes que esta história se propague, torna-se necessário descrever aqui brevemente a condição de Madhavan. A sua idade, os detalhes do seu sambandham (aliança conjugal) com Panchu Menon e os exames que logrou passar já foram mencionados no prefácio. O que resta dizer sobre ele, direi em poucas palavras. Madhavan é um jovem de notável inteligência e extraordinária beleza. A excelência da sua capacidade intelectual fora clara e cabalmente revelada pela reputação que, de forma louvável e progressiva, alcançou na escola, desde o início dos seus estudos de English até à sua aprovação no exame de B.L. Nem uma única vez Madhavan falhou em passar um exame à primeira tentativa. Nos exames de F.A. e B.A., obteve aprovação com distinção em ambos. Para o exame de B.A., a sua língua estrangeira fora o sânscrito, no qual Madhavan alcançou uma mestria de primeira ordem. Por ter sido o primeiro da sua turma no B.L., Madhavan recebera numerosos prémios. Todos os mestres que o haviam instruído na escola estavam convictos de que, entre os seus discípulos, jamais houvera um que superasse Madhavan em talento e mérito. Qualquer um que o visse e conhecesse pensaria que o corpo de Madhavan fora criado para ser uma morada condigna para esta sua inteligência excepcional. Ao descrever as virtudes e os defeitos de um homem, é geralmente desnecessário alongar-se na descrição da sua beleza física. Bastaria falar da sua inteligência, talento, erudição, virilidade e virtudes como a modéstia. Contudo, temo que os meus leitores possam porventura julgar que não dizer aqui duas palavras sobre a formosura de Madhavan seria inadequado para o contexto desta história; por isso, descrevê-lo-ei sucintamente. A sua pele era da cor do ouro. Graças aos exercícios que praticava diariamente para o bem do seu corpo, a compleição de Madhavan nesta sua juventude era deveras encantadora. Os seus braços, peito e pernas, que não apresentavam o menor excesso de peso nem pareciam de modo algum delgados, poderiam, à vista, ser confundidos com membros moldados em ouro. Era de estatura elevada. Se alguém quisesse medir a altura de Madhavan, poderia fazê-lo sem dificuldade com o seu kuduma, um tufo de cabelo de grande beleza cujo comprimento chegava precisamente à altura dos seus joelhos. O brilho e a nobre virilidade do seu rosto, a beleza particular de cada um dos seus traços e a harmonia entre eles, a magnificência que resultava da combinação do seu semblante e da sua compleição física — tudo isto só pode ser descrito como prodigioso. Todos os europeus que o conheciam ficavam cativados por Madhavan à primeira vista e tornavam-se seus amigos. Não sei se por considerar que a sua bela aparência e reputação, tão admiradas por todos no início da sua juventude, eram um grande ornamento que jamais deveria ser maculado, ou se por uma virtude inata da sua inteligência, mas posso afirmar com toda a certeza que Madhavan não se envolvera em nenhuma das práticas viciosas que, por infortúnio, por vezes se observam em jovens comuns desde os dezoito anos até à idade em que se casam e se tornam chefes de família. Por conseguinte, a sua beleza natural, o seu vigor e a sua virilidade eram algo digno de se ver quando Madhavan atingiu a plenitude da sua juventude. Escusado será dizer que a proficiência de Madhavan em English era extraordinária. Era também extremamente hábil em passatempos e exercícios à maneira inglesa, como o Lawn Tennis e o Cricket. Desde tenra idade que se dedicava à caça, um gosto que talvez tenha herdado de seu pai, Govindappanikkar, que era um grande entusiasta da caça. A paixão de Madhavan pela caça era imensa; costumava levar consigo para onde quer que fosse duas ou três espingardas de qualidade, duas ou três pistolas e um revólver. Até que os seus prazeres e divertimentos tomaram um rumo diferente, era na caça que Madhavan encontrava a sua maior distracção. Ao ser chamado pelo criado, Madhavan foi ter com o seu tio e postou-se diante dele.
ശങ്കരമേനവൻ / Sankara Menon
മാധവാ, ഇത് എന്തു കഥയാണ്! വയസ്സുകാലത്തു കാരണവരോട് എന്തെല്ലാം അധിക്ഷേപമായ വാക്കുകളാണ് നീ പറഞ്ഞത്. അദ്ദേഹം നിന്നെ ഇംഗ്ലീഷ് പഠിപ്പിച്ചതിൻ്റെ ഫലമോ ഇത്? എത്ര ദ്രവ്യം നിണക്കുവേണ്ടി അദ്ദേഹം ചിലവു ചെയ്തു.
Madhava, que história é esta! Que palavras desrespeitosas disseste ao karanavar na sua velhice! É este o fruto da educação em English que ele te proporcionou? Quanto dinheiro não despendeu ele contigo!
മാധവൻ / Madhavan
അമ്മാമനും ഇങ്ങനെ അഭിപ്രായപ്പെടുന്നതു ഞങ്ങളുടെ നിർഭാഗ്യം! കാര്യം പറയുമ്പോൾ ഞാൻ അന്യായമായി ആരേയും ഭയപ്പെട്ടു പറയാതിരിക്കില്ല. എനിക്ക് ഈ വക ദുഷ്ടതകൾ കണ്ടുകൂടാ. വലിയമ്മാമൻ ദേഹാദ്ധ്വാനം ചെയ്തു സമ്പാദിച്ചതായ ഒരു ക ാശുപോലും ചിലവിടാൻ ഞാൻ ആവശ്യപ്പെട്ടിട്ടില്ല. പൂർവ്വന്മാർ സമ്പാദിച്ചതും നമ്മുടെ അഭ്യുദയത്തിനും ഗുണത്തിനും വേണ്ടി അദ്ദേഹം കൈവശം വെച്ചിരിക്കുന്നതുമായ പണം നമ്മളുടെ ന്യായമായ ആവശ്യങ്ങൾക്കുവേണ്ടി ചെലവിടാനെ ഞാൻ പറഞ്ഞുള്ളൂ. കുമ്മിണിഅമ്മയും അവരുടെ സന്താനങ്ങളും ഇവിടുത്തെ ഭ്യത്യന്മാരല്ല, അവരെ എന്താണു വലിയമ്മാമൻ ഇത്ര നിർദ്ദയമായി തള്ളിക്കളഞ്ഞിരിക്കുന്നത്? അവരുടെ രണ്ടു മക്കളെ ഇംക്ലീഷു പഠിപ്പിച്ചില്ല - കല്യാണിക്കുട്ടിയേയും വേണ്ടും പോലെ ഒന്നും പഠിപ്പിച്ചില്ല. എന്തുകഷ്ടമാണ് ഇദ്ദേഹം ചെയ്യുന്നത്. ഇങ്ങനെ ദുഷ്ടതകാട്ടാമോ? എനി ആ ചെറിയ ശിന്നനെയും മൂരിക്കുട്ടനെപ്പോലെ വളർത്താനാണത്രേ ഭാവം. ഇ തിനു ഞാൻ സമ്മതിക്കയില്ല. ഞാൻ അവനെ കൊണ്ടുപോയി പഠിപ്പിക്കും.
É uma infelicidade para nós que o tio também pense assim! Quando se trata de dizer a verdade, não me acobardarei por receio de quem quer que seja. Não suporto este tipo de maldade. Jamais pedi que se gastasse uma única moeda do dinheiro que o tio-avô ganhou com o suor do seu rosto. Apenas pedi que o dinheiro que os nossos antepassados acumularam, e que ele guarda para o nosso progresso e bem-estar, fosse despendido para as nossas necessidades legítimas. Kummini Amma e os seus filhos não são criados desta casa. Por que razão o tio-avô os rejeita com tanta crueldade? Não educou os seus dois filhos em English, nem Kalyani Kutty recebeu a instrução que devia. Que coisa terrível ele está a fazer! Como pode mostrar tal maldade? E agora, parece que tenciona criar o pequeno Shinnan como se fosse um bezerro. A isso não hei-de consentir. Levá-lo-ei comigo para o educar.
ശങ്കരമേനവൻ / Sankara Menon
ശിക്ഷ - ശിക്ഷ! വിശേഷം തന്നെ! നീ എന്തുകൊണ്ടാണ് പഠിപ്പിക്കുന്നത്? മാസത്തിൽ അമ്പത് ഉറുപ്പികല്ലേ നിണക്കു തരുന്നുള്ളൂ? നീ എന്തുകൊണ്ടു പഠിപ്പിക്കും? അമ്മാമൻ്റെ മുഷിച്ചൽ ഉണ്ടായാൽ പലേ ദുർഘടങ്ങളും ഉണ്ടായിവരാം. ക്ഷണം പോയി കാൽക്കവീഴ്. “അമ്മാമന്റെ മുഷിച്ചിൽ ഉണ്ടായാൽ പലേ ദുർഘടങ്ങളും ഉണ്ടാവും എന്നു പറഞ്ഞതിനെ കേട്ടതിൽ ഇന്ദുലേഖയെക്കുറിച്ചാണ് ഒന്നാമതു മാധവൻ വിചാരിച്ചത്. ആ വിചാരം ഉണ്ടായ ക്ഷണം മാധവൻ്റെ മുഖത്തു പ്രത്യക്ഷമായ ഒരു വികാരഭേദം ഉണ്ടായി. എങ്കിലും അതു ക്ഷണേന അടക്കി. അറയിൽ അങ്ങോട്ടും ഇങ്ങോട്ടും നടന്നും കൊണ്ടും ലേശം മന്ദഹാസത്തോടെ മാധവൻ മറുപടി പറഞ്ഞു.
Castigo! Castigo! Que maravilha! Com que meios o vais educar? Não recebes apenas cinquenta rupias por mês? Com que o educarás? Se provocares o descontentamento do teu tio, muitas dificuldades poderão surgir. Vai imediatamente e lança-te a seus pés. Ao ouvir as palavras "Se provocares o descontentamento do teu tio, muitas dificuldades poderão surgir", o primeiro pensamento de Madhavan foi para Indulekha. No instante em que este pensamento lhe ocorreu, uma visível alteração de semblante manifestou-se no seu rosto. Contudo, dominou-a de imediato. Andando de um lado para o outro no quarto, respondeu com um leve sorriso.
മാധവൻ / Madhavan
അദ്ദേഹത്തിനെ ഞാൻ എന്താണ് മുഷിപ്പിക്കുന്നത്? ന്യായമായ വാക്കു പറഞ്ഞാൽ അദ്ദേഹം എന്തിന് മുഷിയണം? അദ്ദേഹത്തിന്റെ ന്യായമല്ലാത്ത ആ മുഷിച്ചിലിന്മേൽ എനിക്കു ഭയമില്ല.
De que modo o estou a contrariar? Por que se haveria de aborrecer por eu dizer palavras justas? Não temo o seu injusto descontentamento.
ശങ്കരമേനവൻ / Sankara Menon
ഛീ! ഗുരുത്വക്കേട് പറയല്ലാ.
Fi! Não fales com tal irreverência.
മാധവൻ / Madhavan
എന്തു ഗുരുത്വക്കേട്? എനിക്ക് ഈ വാക്കിന്റെ അർത്ഥം തന്നെഅറിഞ്ഞുകൂടാ.
Que irreverência? Nem sequer conheço o significado dessa palavra.
ശങ്കരമേനവൻ / Sankara Menon
അത് അറിയാത്തതാണ് വിഷമം. അപ്പു! നീ കുറെ ഇംക്ലീഷ് പഠിച്ചു സമർത്ഥനായി എന്നു വിചാരിച്ചു നമ്മളുടെ സമ്പ്രദായവും നടപ്പും കളയല്ലാ. കുട്ടൻ ഊണു കഴിഞ്ഞുവോ?
Essa ignorância é que é o problema. Appu! Só porque aprendeste um pouco de English e te tornaste um homem instruído, não abandones os nossos costumes e tradições. Kutten, já almoçaste?
മാധവൻ / Madhavan
ഇല്ല. എനിക്കു മനസ്സിനു വളരെ സുഖക്കേടു തോന്നി. അമ്മ പാൽക്കഞ്ഞിയും എടുത്തു വഴിയെ വന്നിരുന്നു. അപ്പോൾ പാർവ്വതിഅമ്മ പാൽക്കഞ്ഞി വെള്ളിക്കിണ്ണത്തിൽ കൈയിൽ എടുത്തതോടുകൂടി അകത്തേക്കു കടന്നു.
Não. Sinto-me muito indisposto. A mãe veio pelo caminho com canja de leite. Nesse momento, Parvathi Amma entrou, trazendo numa mão uma tigela de prata com canja de leite.
ശങ്കരമേനവൻ / Sankara Menon
പാർവ്വതി! കേട്ടില്ലേ കുട്ടൻ പറഞ്ഞതെല്ലാം?
Parvathi! Ouviste o que o rapaz disse?
പാർവ്വതി അമ്മ / Parvathi Amma
കേട്ടു! അശേഷം നന്നായില്ലാ.
Ouvi! Não foi nada bem.
മാധവൻ / Madhavan
പാൽക്കഞ്ഞി ഇങ്ങട്ടു തരൂ. രണ്ടിറക്കു പാൽക്കഞ്ഞി നിന്നേടുത്തുനിന്നുതന്നെ കുടിച്ച് അമ്മയുടെ മുഖത്തു നോക്കി ചിറിച്ചുംകൊണ്ട്.
Dá-me a canja de leite. Depois de beber dois goles da canja de leite, ainda das mãos dela, olhou para o rosto de sua mãe e disse, sorrindo:
മാധവൻ / Madhavan
അല്ലാ, അമ്മക്കും എന്നോട് വിരോധമായോ?
Então, a mãe também se voltou contra mim?
പാർവ്വതി അമ്മ / Parvathi Amma
പിന്നെയൊ; അതിനെന്താണു സംശയം? ജേഷ്ഠനും അമ്മാമനും ഹിതമല്ലാത്തത് എനിക്കും ഹിതമല്ല. ആട്ടേ; ഈ കഞ്ഞി കൂടിക്കൂ. എന്നിട്ടു സംസാരിക്കാം. നേരം ഉച്ചയായി കുടുമ എന്തിനാണ് എപ്പോഴും ഇങ്ങനെ തൂക്കി ഇടുന്നത്; ഇങ്ങട്ടു വരൂ; ഞാൻ കെട്ടിത്തരാം. കുടുമ പകുതി ആയിരിക്കുന്നു.
Pois então! Que dúvida há nisso? O que não agrada ao meu irmão mais velho e ao meu tio, também a mim não agrada. Agora, bebe esta canja. Depois conversaremos. Já é meio-dia. Por que deixas sempre o teu kuduma assim solto? Anda cá, que eu ato-o. Já está meio desfeito.
മാധവൻ / Madhavan
അമ്മേ ശിന്നനെ ഇംഗ്ലീഷ് പഠിപ്പിക്കേണ്ടത് ആവശ്യമോ അല്ലയോ? നിങ്ങൾപറയിൻ.
Mãe, é ou não necessário que Shinnan seja educado em English? Dizei-me vós.
പാർവ്വതി അമ്മ / Parvathi Amma
അതു നിൻ്റെ വലിയമ്മാമൻ നിശ്ചയിക്കേണ്ടതല്ലേ കുട്ടാ. എനിക്ക് എന്തറിയാം. വലിയമ്മാമനല്ലേ നിന്നെ പഠിപ്പിച്ചത്? അദ്ദേഹം തന്നെ അവനെയും പഠിപ്പിക്കുമായിരിക്കും.
Isso não é algo que o teu tio-avô deva decidir, meu menino? Que sei eu? Não foi ele que te educou? Ele mesmo o educará também.
മാധവൻ / Madhavan
വലിയമ്മാമൻ പഠിപ്പിക്കാതിരുന്നാലോ?
E se o tio-avô não o educar?
പാർവ്വതി അമ്മ / Parvathi Amma
പഠിക്കേണ്ട.
Então que não seja educado.
മാധവൻ / Madhavan
അതിനു ഞാൻ സമ്മതിക്കുകയില്ലാ.
A isso não hei-de consentir.
പാർവ്വതി അമ്മ / Parvathi Amma
കിണ്ണം ഇങ്ങോട്ടു തന്നേക്കൂ; ഞാൻ പോകുന്നു. ഉണ്ണാൻ വേഗം വരണേ.
Dá-me cá a tigela; vou-me embora. Vem depressa para comer.

End of Chapter 1

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